quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Eu Vou Seguir (Marina Elali)






Eu sei!
Que os sonhos são pra sempre

Eu sei!

Aqui no coração
Eu vou!
Ser mais do que eu sou
Pra cumprir
As promessas que eu fiz
Porque eu sei que é assim
Que os meus sonhos
Dependem de mim...

Eu vou tentar
Sempre!

E acreditar que sou capaz

De levantar uma vez mais
Eu vou seguir
Sempre!
Saber que ao menos eu tentei
E vou tentar mais uma vez
Eu vou seguir...

Não sei!
Se os dias são pra sempre

Guardei!

Você no coração
Eu vou!
Correndo atrás
Aprendi!
Que nunca é demais
Vale a pena insistir
Minha guerra
É encontrar minha paz...

Eu vou tentar
Sempre!

E acreditar que sou capaz

De levantar uma vez mais
Eu vou seguir
Sempre!
Saber que ao menos eu tentei
E vou tentar mais uma vez
Eu vou seguir...oh, oh, oh!

Eu vou tentar
Sempre!

E acreditar que sou capaz

De levantar uma vez mais
Eu vou seguir
Sempre!
Acreditar que sou capaz
De levantar uma vez mais
Eu vou seguir
Eu vou, eu vou, eu vou
Sempre!...




http://letras.mus.br/marina-elali/1040126/




sábado, 29 de setembro de 2012

Fantasma (Simonami)
Composição Jean Costa 



Foi você quem me viu cantar sozinho 
Dançar no meio da sala pelado 
Ninguém como você soube me vigiar enquanto eu roubava a bolsinha da minha vó 
Pra jogar fliperama
Peguei o chocolate daquele colega de classe, o que ele não me deu 
E na fila da venda eu roubava Knorr pro meu frango
Você foi o meu companheiro 
Pra agarrar na folha da palmeira e rodar igual Tarzan 
Pra sentar no meu carro de papelão e viajar até o céu
Com quem estão minha memórias? 
Em que caixa guardaram minha história? 
Me Devolva! 
Se alguém perguntar de mim quero saber de onde vim 
Devolva! 
Se alguém perguntar de mim quero saber de onde vim



quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Amor escrito nas estrelas...





Amor escrito nas estrelas...

Vi essa frase em um filme, O Golpista, não vou entrar em detalhes sobre o filme, apenas me reter a frase:
Procuramos um amor escrito nas estrelas.
Achei interessante essa frase, me fez refletir sobre algumas coisas relacionadas ao amor.
Realmente, procuramos um amor escrito nas estrelas, por esse motivo é que muitas vezes não conseguimos ver o amor que está na nossa cara.
Interessante, muitas coisas na vida são como a felicidade descrita por Mario Quintana:
"Quantas vezes a gente, em busca da ventura,
Procede tal e qual o avozinho infeliz:
Em vão, por toda parte, os óculos procura
Tendo-os na ponta do nariz!"; ela está ali, na ponta do nariz, mas não conseguimos ver.
O amor não foge à regra. Eu perdi a conta de quantas vezes fiquei procurando o amor onde ele não estava, deixando de perceber onde ele estava. Por tentar ver mais longe, tropeçava no amor sem notá-lo. E sofri muito por isso, o coração não entende a linguagem da rejeição, ele apenas quer ser aceito, isso nos faz sofrer.
Mas voltando ao assunto inicial, acho interessante como todos nós idealizamos o amor, sonhamos com um amor de contos de fadas, com um amor intenso; esquecemos que o amor é discreto e simples, e é isso que o torna tão especial e forte. O amor verdadeiro não é barulhento e espalhafatoso, ele é silencioso e singelo, é puro e humilde. Toda essa simplicidade o torna tão complexo a ponto de querermos complicá-lo. E por isso procuramos um amor escrito nas estrelas.

É isso...


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Amor em paz - Vinícius de Moraes




Amor em paz


Eu amei
Eu amei, ai de mim, muito mais
Do que devia amar
E chorei
Ao sentir que iria sofrer
E me desesperar



Foi então
Que da minha infinita tristeza
Aconteceu você
Encontrei em você a razão de viver 
E de amar em paz
E não sofrer mais
Nunca mais
Porque o amor é a coisa mais triste
Quando se desfaz

(Vinícius de Moraes)

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjje8mcN16In4k5miERb7bffac81oEP1EMd9E7j3sApslcJquyqbkahCBBZz5uVZa3EFG1aQUMs1jSpLnVbeqxn-gJ10AgvSpqaEjJK7dYadQdFncoDMMTKCuWuT0nlJLVqdUNb4PM96QoQ/s1600/crian%C3%A7as+se+abra%C3%A7ando+copy.jpg

domingo, 5 de agosto de 2012

If Tomorrow Never Comes

Compositor: G. Brooks / K. Blazy

Sometimes late at night
I lie awake and watch her sleeping
She's lost in peaceful dreams
So I turn out the light & lay there in the dark
And the thought crosses my mind
If I never wake in the morning
Would she ever doubt the way I feel about her
in my heart
Refrão:
If tomorrow never comes
Will she know how much I love her
Did I try in every way to show her every day
She's my only one
And if my time on earth were through
She must face the world withoum me
Is the love I gave her in the past
Gonna be enough to last
If tomorrow never comes
'Cause I've lost loved ones in my life
Who never knew how much I loved them
Now I lie with the regret
Thet my true feelings for them never were
revealed
So I made a promise to myself
To say each day how much she means to me
And avoid that circumstance where there's no
second chance to tell her how I feel
Refrão
So tell that someone that you love
Just what you've thinking of
If tomorrow never come.



sexta-feira, 20 de julho de 2012

FELIZ DIA DO AMIGO!!!!
Simples assim!!!






Loucos e Santos

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. 
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. 
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos. 
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo. 
Deles não quero resposta, quero meu avesso. 
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim. 
Para isso, só sendo louco. 
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças. 
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. 
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. 
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto. 
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. 
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos. 
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça. 
Não quero amigos adultos nem chatos. 
Quero-os metade infância e outra metade velhice! 
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa. 
Tenho amigos para saber quem eu sou. 
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.


(Oscar Wilde)






http://pensador.uol.com.br/frase/OTQzMw/

domingo, 24 de junho de 2012

As escolas não são públicas. E privatizar não resolve.

Em VEJA desta semana, o colunista Gustavo Ioschpe escreve: 'Os melhores sistemas educacionais do mundo gastam basicamente o mesmo que nós e também têm a maioria de suas matrículas em escolas públicas, como nós. O que falta para iniciarmos a melhoria é demanda popular por uma educação de qualidade'



Escola Charter americana - O aprendizado dos alunos dessas escolas não difere do daqueles matriculados em escolas públicas tradicionais, mas os pais ficam muito mais satisfeitos (Damian Dovarganes/ AP)



Quando escrevi sobre a inércia do sistema de educação pública brasileira, no mês passado, a turma da direita comentou que o problema não é simplesmente da área educacional, e sim do setor público como um todo. A única maneira de solucioná-lo seria deixar o problema nas mãos da iniciativa privada, que é mais competente, para que assim pudéssemos dar o salto educacional de que o país precisa. Já os esquerdistas viram no artigo mais uma confirmação de que eu, como peão subordinado aos interesses do capitalismo, estou armando o terreno para a defesa da privatização de todo o sistema de educação pública brasileira, como parte do malévolo plano de manter as classes baixas em sua secular ignorância e opressão.

Continuando na minha senda de alienar todos os interesses e grupos organizados, lamento informar que discordo de ambos. Deixo de lado os argumentos políticos, sobre a possibilidade de uma privatização em larga escala, e também os ideológico-patrióticos, sobre a desejabilidade dessa iniciativa, para falar apenas das questões técnicas: não acredito que a privatização do sistema educacional teria impactos significativos sobre a qualidade do ensino.

Porque a minha análise do problema educacional brasileiro é que já temos, em linhas gerais (sempre há sobras e excessos em um país enorme e descentralizado como o nosso), tanto o financiamento quanto o arcabouço institucional para dispormos de uma educação de qualidade. Os melhores sistemas educacionais do mundo gastam basicamente o mesmo que nós e também têm a maioria de suas matrículas em escolas públicas, como nós. O que falta para iniciarmos a melhoria é demanda popular por uma educação de qualidade. Sua ausência gera falta de ação da classe política, dos gestores de escolas e dos professores.

Ter uma boa rede de escolas dá trabalho. Muito trabalho. Constante e ao longo de muitos anos. Os professores vão precisar trabalhar mais, as universidades vão precisar reformular seus cursos e cobrar resultados dos alunos de pedagogia e licenciaturas, os diretores terão de liderar, monitorar e prestar contas, as secretarias de educação precisarão estar em cima de suas redes, os alunos terão de estudar e ler mais e os pais precisarão se engajar mais com as escolas de seus filhos e com seu estudo em casa. E isso só acontece quando há vontade de todos. Muita vontade, muita cobrança. E, ainda que eu defenda intransigentemente o direito do pai com recursos de matricular seu filho onde bem entenda, é preciso reconhecer que privatizar o sistema não vai gerar essa cobrança de que precisamos.

Uma escola privada de massas precisaria ser financiada pelo governo, já que a maioria dos pais não teria recursos para custear a escola e o sistema bancário é ineficiente na concessão de créditos a alunos de educação básica. O governo pode transferir o dinheiro diretamente aos donos das escolas, como se faz em muitos países europeus e nas escolas charter americanas, ou aos pais dos alunos, através de vouchers, como é ou foi feito no Chile, em alguns estados americanos, na Nova Zelândia e na Colômbia.

Ora, se o dinheiro não vem do bolso do pai, e se esse pai vai continuar tão ignorante sobre como avaliar uma educação de qualidade quanto antes, por que imaginar que ele vai se engajar pela educação do filho de maneira diferente daquela que faz hoje? E, se o dono da escola sabe que poderá continuar engabelando sua clientela da mesma maneira que políticos, diretores e professores o fazem hoje, por que haveria de se esforçar para dar uma educação de ponta? Não faria muito sentido.

A experiência confirma a lógica. O resumo das pesquisas é que o aprendizado dos alunos das escolas charter não difere do daqueles matriculados em escolas públicas tradicionais. Os pais de alunos que estudam nessas escolas, onde há uma loteria para sortear vagas, estão mais satisfeitos com a educação dos filhos do que os pais dos alunos que tiveram de colocar seus filhos nas escolas públicas, mesmo quando o aprendizado das crianças nos dois tipos de escola é indistinguível. Parece, portanto, que o simples fato de ganhar na loteria e conseguir colocar o filho em uma escola privada já gera contentamento. Não apenas não há diferença de qualidade, como a escola charter deixa o pai ainda mais acomodado do que antes, na ilusão de que seus problemas acabaram por ter colocado seu filho em escola privada. Um sistema semelhante no Brasil seria ainda mais desastroso. Outro estudo mostra que não há ganhos permanentes de disciplina ou motivação do aluno que passa por uma escola charter: se ele retorna para uma escola pública, passa a ter os mesmos problemas de comportamento e absenteísmo.

O sistema de vouchers foi mais estudado no Chile. O regime de Pinochet manteve as escolas públicas e privadas, e adicionou a elas um híbrido, a chamada escuela subvencionada, uma escola privada financiada através de vouchers do poder público. Estudos que levaram em conta o nível socioeconômico dos alunos mostraram que a diferença entre as escolas era explicável pelo status dos pais, não pelo fato de ser pública ou privada. Outro estudo mostrou que os vouchers haviam simplesmente mudado a distribuição dos alunos nas escolas: como as escuelas subvencionadas podiam aplicar testes de seleção e, a partir da década de 90, cobrar uma "ajuda de custo" dos pais, o que elas fizeram foi retirar das escolas públicas os alunos mais capacitados e mais ambiciosos. Para o país como um todo, o efeito foi nulo. Quanto aos pais, viu-se que o mais importante na escolha da escola do filho era a distância de casa, não a qualidade ou a proposta pedagógica. (A íntegra dos estudos está em twitter.com/gioschpe.)

Toda essa discussão, no fundo, é irrelevante, porque as escolas brasileiras não são privatizáveis. Por uma questão conceitual. Porque só pode ser privatizado algo que é público, e as escolas brasileiras não são públicas, se por público entendemos "relativo ou pertencente a um povo, a uma coletividade" (Houaiss). As escolas ditas públicas no Brasil são, em alguns casos, escolas estatais, que estão lá para servir os desígnios dos ocupantes do poder político. Na maioria dos casos, são escolas corporativas, cuja função principal é defender os interesses de seus professores e funcionários. Apenas em raros casos é que elas estão focadas nos interesses de seu alunado, seu público.

Privatizar a escola brasileira não resolve. O que precisamos fazer é torná-la efetivamente pública, de modo que ela passe a atender às necessidades do país e dos alunos que a frequentam. Precisamos parar de pensar nossa educação em termos ideológicos ou mágicos, acreditando em balas de prata, planos nacionais, cláusulas de financiamento ou outras soluções mirabolantes. Não há decreto que resolva. A máquina é complexa e cheia de enguiços. Ou arregaçamos as mangas e mexemos nas engrenagens defeituosas, ou continuaremos nos lamentando.


http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/as-escolas-nao-sao-publicas-e-privatizar-nao-resolve
Gustavo Ioschpe - 24/06/2012 - 09:55




terça-feira, 12 de junho de 2012

Porque Eu Sei Que É Amor - Titãs

 
 


Porque eu sei que é amor
Eu não peço nada em troca
Porque eu sei que é amor
Eu não peço nenhuma prova

Mesmo que você não esteja aqui
O amor está aqui
Agora
Mesmo que você tenha que partir
O amor não há de ir
Embora

Eu sei que é pra sempre
Enquanto durar
Eu peço somente
O que eu puder dar (2x)

Porque eu sei que é amor
Sei que cada palavra importa
Porque eu sei que é amor
Sei que só há uma resposta

Mesmo sem porquê eu te trago aqui
O amor está aqui
Comigo
Mesmo sem porquê eu te levo assim
O amor está em mim
Mais vivo

Eu sei que é pra sempre
Enquanto durar
Eu peço somente
O que eu puder dar (4x)

Porque eu sei que é amor (3x)

(Composição: Sérgio Britto e Paulo Miklos)



FELIZ DIA DOS NAMORADOS!!!

sexta-feira, 8 de junho de 2012



A Sete Chaves
Ela é a moça que sonha
O tempo não lhe escorregar
Seus segredos
Não vem a tona
Porque hão de se preservar
Como pode assim um coração
A sete chaves se trancar
Pode esconder a emoção
Com tanta ternura no olhar
É só lembrar pra ver
É, parece que ela tem na ponta dos dedos
O caminho que trilhar
Parece sofrer com a espera de tudo que sonhar
Mas é seu jeito de levar
Qualquer coisa que lhe destoa
É pouca para lhe faltar
Sabe a hora de rir à toa
E também a hora de chorar
Ela pode ter um novo amor
Para em mil pedaços revirar
Peca na incerteza da paixão
Mas num passo sabe contornar
É só lembrar pra ver
É, parece que ela sente as cores do vento
O destino que traçar
Parece temer a força que vem de dentro
Encantar, pra nunca mais deixar
Pra sempre me levar



quarta-feira, 30 de maio de 2012

O Cabo Branco (Paulo Miranda)

Olá Pessoal! Fui conhecer o Farol de Cabo Branco em João Pessoa - PB e no local havia uma placa com o soneto "O Cabo Branco" de Paulo Miranda, o qual resolvi compartilhar com vocês:





O Cabo Branco
(Soneto de Paulo Miranda)

Soprado pelos ventos de outros mundos,
E gerado na existência de outras eras,
O Cabo Branco na passagem dos segundos
Vai assistindo o passar das primaveras.

Desafiando a própria natureza,
Sua ponta ligando o continente;
Sublime, senhor desta grandeza
Banhado pela luz do sol nascente.

E a sutileza das ondas lhe beijando,
Vai uma, vem outra, se evolando,
Se esvaindo no espaço cor de anil.

E do verde da flora ele se veste,
Recebe o soprar do vento agreste,
Este acidente geográfico do Brasil!



Caso alguém tenha ficado curioso sobre o farol, segue uma foto dele também:



                                                               



O Farol do Cabo Branco localiza-se sobre uma falésia na praia de Cabo Branco, no bairro de mesmo nome, em João Pessoa, capital do estado da Paraíba. Situa-se cerca de 800 metros ao norte da Ponta do Seixas, o ponto mais oriental do Brasil continental. É um dos mais importantes e visitados cartões Postais da Capital Paraibana.
Com uma torre triangular em concreto, três projeções pontiagudas em forma de asa a 3,5 m do chão, o farol é pintado de branco com uma faixa horizontal preta logo acima das asas. Há décadas, muito antes de a cidade de João Pessoa entrar no roteiro turístico, o Farol do Cabo Branco já era conhecido por marcar "o ponto mais oriental das Américas".
O projeto do monumento é de Pedro Abraão Dieb, professor aposentado do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), que faleceu no dia 26 de novembro de 2007, em João Pessoa. Foi inaugurado em abril de 1972, governo de Emílio Médici, plena ditadura militar. O Farol do Cabo Branco tem uma forma triangular única no país. Os seus projetistas tiveram a intenção de representar uma planta de sisal, ao desenhar o farol. O sisal representou um dos ciclos econômicos mais duradouros e lucrativos no estado da Paraíba.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Farol_do_Cabo_Branco



quinta-feira, 26 de abril de 2012

Aprendendo Economia: PIB X PNB

Diariamente ouvimos notícias que mencionam o tal PIB, por vezes também mencionam o PNB, mas o que cada um representa? É o que vamos descobrir com o texto abaixo:



 



Qual a diferença entre PIB e PNB?


Um dos principais indicadores que demonstram a realidade econômica de um país ou região é o PIB (Produto Interno Bruto). Tal indicador nada mais é do que a mensuração de todos os bens e serviços, ou seja, de toda a riqueza produzida. Uma das maiores confusões em relação ao PIB é a diferença entre o mesmo e outro importante indicador econômico: o PNB (Produto Nacional Bruto).

Embora o conceito de PIB seja preferido na maior parte do mundo, como no Brasil e Grã Bretanha, o PNB é utilizado especialmente em determinados países, como nos Estados Unidos, por exemplo.

O PIB representa todas as riquezas produzidas dentro das fronteiras de uma região, independentemente do destino dessa renda. O conceito de PIB também descarta a entrada de verbas do exterior. O que é levado em consideração é simplesmente aquilo que é produzido dentro das fronteiras da região ou país.

Já o PNB considera todos os valores que um país, por exemplo, recebe do exterior, além das riquezas que foram apropriadas por outras economias, ou seja, os valores que saem. É justamente essa a diferença: o PNB considera as rendas enviadas e recebidas do exterior, enquanto o PIB, não.

Desta forma, em países em desenvolvimento, como o Brasil, o PNB normalmente é menor que o PIB, uma vez que as transnacionais enviam grande parte de seus lucros para seus países de origem. Da mesma forma, em países com muitas empresas de atuação global, como nos Estados Unidos, o PNB tende a ser maior, já que há uma grande absorção dos lucros gerados por suas empresas no exterior.













quinta-feira, 12 de abril de 2012

Qual é o melhor modelo de educação no mundo?

Gustavo Ioschpe, economista e colunista de VEJA, cita os modelos de educação com maior qualidade no mundo e como conseguiram ser bem sucedidos em seus países.




http://veja.abril.com.br/multimidia/video/qual-e-o-melhor-modelo-de-educacao-no-mundo